Porque sabes que eu estou aqui. Porque eu sei que me sabes ler no silêncio.
Quarta-feira, 9 de Junho de 2004
A criança em ruínas
Como não tenho lugar no silêncio onde morrem as gaivotas, despeço-me no oceano e deixo que o céu me conheça. Talvez a serenidade possa ser as minhas mãos a serem uma brisa sobre a terra e sobre a pele nua. Esse dia, esperança de amanhã, poderá chegar e estarei dormindo. Hoje, sou um pouco de alguma coisa, sou a água salgada que permanece nas ondas que tudo rejeitam e expulsam na praia. As gaivotas sobrevoam o meu corpo vivo. Os meus cabelos submersos convidam o silêncio da manhã, raios de sol atravessam o mar tornados água luminosa. Aqui, estou vivo e sou alguém muito longe.


publicado por SigurHead às 22:36
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